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Review do último episódio de Sherlock

  • Fabio Garcia Junior
  • 23 de jan. de 2017
  • 1 min de leitura

E nesse último domingo (15/01) terminou, o que foi pra mim, a melhor série sobre Sherlock Holmes já feita (me desculpe, Elementary): Sherlock. A série que começou em julho de 2010 retrata um Sherlock Holmes contemporâneo, adaptando as famosas histórias do mestre Sir Arthur Conan Doyle. Série que foi responsável por alavancar, pelo menos aqui na América, as carreiras de Benedict Cumberbatch(Sherlock) e Martin Freeman(Dr. Watson).

Com uma temporada que começou com um episódio mediano e um excelente segundo capítulo, o último episódio, do que talvez seja a última temporada, começa dando mais medo que qualquer episódio de Supernatural. Uma ótima cena que mostra que o diretor Benjamin Caron tem talento para o terror/suspense. O restante do episódio, porém, não é só elogios. Com uma duração de 90 minutos espera-se que não tenhamos a sensação de que o episódio foi corrido, com apressadas reviravoltas na falha tentativa de dizer que aquilo tudo foi planejado pelos produtores da série desde o início. Inclui-se aí toda sugestão criada desde o terceiro episódio da terceira temporada de que Moriarty voltaria. Uma volta que não passou de um easter egg.

Mas, no ponto de vista da narrativa da série como um todo, “The Final Problem” cumpre o seu papel: a evolução do nosso querido Sherlock. Pegando emprestado o pensamento do sábio Ford em Westworld: “Só através do sofrimento encontramos nossa humanidade.”


 
 
 
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